Sexta-feira, 15 de março
Consumidor
Dia do consumidor. Afinal,
o que vem a ser? Vamos analisar?
Primeiro, a palavra consumidor. Significa o quê? O prefixo co (ou con – às vezes com)
indica junto, junto de. A própria palavrinha com
é o melhor exemplo. Tem uma infinidade de outros: colider (líder com mais
alguém), colaborador (laborador com mais alguém), compadre, comadre, confrade,
colega, companheiro, cônjuge etc etc). Há exceções: coragem, coração, costela .
. .)
Mas voltemos ao consumidor. Etimoloficamente, pode ser
entendido como um sumidor junto com os
outros (ou com outras coisas). Alguém que consome,
é porque some com alguma coisa. Faz
sentido.
Então, alguém que vive sumindo com as coisas merece comemorar (comemorar
também começa com com co) o seu dia?
É claro que não. Também faz sentido.
Então está tudo dentro de
uma realidade lógica. O consumdidor não tem o que comemorar porque realmente
não merece comemorar. E, cpincipalmente, porque não deixam.
Enquanto tivermos os
políticos que temos, enquanto tivermos os empresários que temos, enquanto
tivermos a máfia que aí está, o consumidor brasileiro não tem absolutamente
nada a comemorar. É a enésima repetição do velho adágio: a corda sempre
arrebenta no seu lado mais fraco. E o lado mais fraco dessa corrente (ou dessa
corda) é o consumidor.
Pra terminar a conversa, mais
uma constatação: consumidor é desunido.
Chico Xavier
O boquirroto Vereador Dantas, quando soube da eleição do novo Papa e da escolha dele (do Papa) pelo
nome Francisco, ele que se chama Jorge, ficou intrigado:
- Mas por que essa de
Francisco?
- É uma homenagem a um
santo. São Francisco de Assis, provavelmente. Ou então São Francisco Xavier . .
.
- Mas o Chico
Xavier não era espírita?
Visite o Vereador Dantas nesse endereço:
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